terça-feira, 3 de agosto de 2010

Semana de Missão*

Houve momentos em que estivémos mais próximos e deu para vos conhecer um pouquinho mais. 
Tenho muitas saudades. Relativamente, às expectativas que levei, nunca pensei que fosse uma semana tão importante, tão marcante para mim. É óbvio que senti muitas dificuldades, especialmente ao principio, no contacto, tanto convosco, no dia da chegada, e nos restantes com os desconhecidos a quem batíamos à porta, ou com os idosos... Mas vocês estavam lá comigo e Ele também... Não havia motivo para a minha falta de confiança.
Lá está, apesar de na primeira noite ter sido dificil partilhar em grupo, porque me sentia pouco à vontade, senti que eram os momentos mais especiais... As partilhas! Foi nas partilhas que reconhecemos os nossos erros, as nossas falhas, onde estavamos seguros e confiantes e onde é que nos faltava um pouquinho de chão por baixo dos pés... Foi nas partilhas que vi o rosto de Cristo em cada um de vós. Nos vossos sorrisos luminosos, nos vossos olhares carregados de brilho e amor :) Sem dúvida que "Aspirar às coisas do alto" (Cl 3, 2), para mim, foi ver-vos também como uma pouco da minha missão ali, estar atenta, estar disponível. E, mais uma vez, digo que não me arrependo nada de ter abdicado de uma semana na praia para estar em comunhão convosco :') Tal como ontem alguém me dizia "Estou muito orgulhoso de vocês todos!!" porque vocês fizeram-me sentir, sobretudo, amada :) Obrigado desde já!
Foi muito bom ter partilhado convosco também as minhas notas de exames, apesar de terem sido uma miséria :S espero em breve ver-vos a todos em Lisboa, nos Convívios Lx, espero eu estar lá também convosco...
Bem já me estou a alongar muito... Mas sei que há ainda muito para dizer...
Tive alguns momentos de fraqueza, a sentir que não dava o máximo, que não fazia tudo com paixão e isso estava a derrotar-me, mas mais uma vez falei com quem se orgulha de nós e com outro alguém que me mostraram que estava com uma visão demasiado errada desta minha perspectiva estúpida... Mas não sabia se, naquela semana, ainda estaria a tempo de alterá-la...
Obrigado pelas vossas partilhas, pela vossa sinceridade, pela vossa animação, pelas horas de energia que me deram, ainda que roucos, picados por vespas, com dores disto ou daquilo :p foi aí que vi que deram sempre mais :D Obrigado também por terem sido luz, por terem sido amor, por terem sido entrega...
Obrigado pelas calinadas que agora tanto me fazem rir. Dos munhanhos, do chapéu do Paulo, de irmos no carro do Gil e parecer assustador a rádio transmitir sempre a mesma música, que nos fazia curtir milhões... Esta entrega a tudo, para mim, foi amor :)
Já recebi óptimos feedback's da nossa semana, espero que esta união não se perca e que possamos voltar um dia para ver os seus frutos...

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Companheiros de caminho :')


E assim somos uma família, que lançou a semente num lugar não seu, que espera poder ver os frutos do trabalho das suas mãos e crescer perante as dificuldades com que se deparou.

Obrigado a todos.
*Gosto muito de vocês*

domingo, 1 de agosto de 2010

Semana de Missão*

E viva o Papa! Lalalalalala

sábado, 31 de julho de 2010

Semana de Missão*

*Animação e Partilhas*

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Semana de Missão*

Peregrinação à Capela de Nossa Senhora dos Remédios

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Convido-vos também a vós. «Aspirai às coisas do alto!» (Cl 3, 2)

Visita ao Centro de Dia de Vale de Figueira

Abraçámos o projecto Fé4Missão, em Janeiro, e após seis encontros de formação, surge-nos a oportunidade de sermos mais.

Sermos mais para os outros, sermos mais para nós próprios, sermos mais para Deus.
Nós aderimos, e tu!?

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Eu quero estar de volta, brevemente...

:)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Viajar

Partindo da perspectiva exposta no excerto abaixo transcrito, apresente uma reflexão sobre a viagem como possibilidade de descoberta do outro e, também, de si mesmo.

«Apoderou-se de mim uma fúria de viajar. Mas acima de tudo queria voltar à Grécia, que foi para mim o deslumbramento inteiro e puro e onde me senti livre e com asas.»
Sophia de Mello Breyner e Jorge de Sena


A viagem possibilita a descoberta do outro e a descoberta de si próprio. Ao descobrir o outro é possível ainda a descoberta de nós próprios, do que somos para o outro, uma vez que, cada outro tem uma parte de nós. Podemos, ainda, experimentar a perspectiva deste "outro" ser o mundo e tudo o que nele se enquadra e, desta forma, é, facilmente, possivel apoderar-se de nós "uma fúria de viajar", para que nos sintamos livre e "com asas".
Qualquer que seja o meio em que a viagem exerce, quer seja no outro ou em nós, viajar é como outrar-nos para descobrir, é como sair do nosso corpo para experimentar um "deslumbramento inteiro e puro".
Qualquer viagem implica disponibilidade. Essencialmente, disponibilidade interior. Quando a viagem se destina à descoberta do "eu", implica estar disponível para questionar e para dar resposta às próprias interrogações, implica abrir o coração e deixar-se tocar pelo mundo exterior, deixar-se envolver, deixar-se transformar. Mas nem sempre estamos dispostos a dar-nos a conhecer a nós próprios. Quantas vezes utilizamos o espelho como simples adereço, apenas para verificarmos o reflexo da nossa aparência? Um espelho pode mostrar-nos muito mais que isso. A forma como interpretamos, uma observação cuidada do nosso reflexo num espelho, pode dizer muito acerca de nós! É tantas vezes mais fácil viajar de outra forma... É tão mais fácil pegar num mochila e ir descobrir o mundo, sentir-se livre das questões interiores e do próprio eu...
No entanto, viajar é isso. Seja qual for o destino, viajar é abrir asas e voar, porque "quem cria mil olhos para nada" não pula nem avança, porque "quem cria mil olhos para nada" não vive, apenas sobrevive.

Liliana Nabais, Exame Nacional Português 2010

segunda-feira, 14 de junho de 2010

"Mais vale perder um minuto com um amigo, do que perder o minutos e os amigos" - À conversa com o espelho...

«Vejo-me reflectida. Vejo numa reflexão da incerteza, vejo a influência. Vejo muito do que não queria ver. No entanto, apesar de tudo, vejo um rosto, anda que preocupado, alegre e um pouco derrotado. Gostaria de pter a certeza que este reflexo que vejo não sou eu, porque não gosto do que vejo...

Quando ris, porque ris? Quando choras, porque choras? Para seres tu? Para seres autêntica? Então, porque não "despes" esse teu reflexo, essa tua máscara estúpida onte te escondes e não deixas brilhar mais vezes esse teu sorriso, ou não deixas que mais vezes sequem as tuas lágrimas? Porque baixas os braços e te resignas, quando tantas outras vezes dás conselhos para que os que estão à tua volta não o façam? Porque não te habituas a ser um bocadinho de ti de cada vez, para em breve seres toda tu para o mundo? Faz o que te digo. Limpa essa preocupação do rosto, fecha essa porta ao passado. Veste um novo sorriso e sai para a rua. Feliz.

Acredito em mim quando sou algo de bom para o mundo, mas sei que, frequentemente, minto a mim própria tentando não encarar as respostas que não quero, mas preciso, de escutar. Acredito que possa fazer a diferença na vida de outras pessoas, pois se assim não fosse não teria aqueles a quem posso chamar amigos. No entanto, são tantas as vezes em que oprimo o que sou, que chego a rejeitar este "acreditar" como forma de fuga a mim própria. Porquê? Não sei. Só sei que queria ser diferente. Queria ser especial.

Sem medo... Quebrava as regras! Ou talvez não fizesse nada... Sem medo não havia, verdadeiramente, uma barreira ou um obstáculo por que tivesse de saltar e lutar para atingir um objectivo. Se para chegar ao objectivo final, não se cruzassem "pedras" no meu caminho, não era necessário nenhum esforço e chegar ao fim não teria aquele sabor a vitória. Aí a vitória seria como a água. Sem cheiro, sem sabor, sem cor. Sem medo, a vida pintava-se de preto e branco e teria um espírito derrotista porque não haveria vitória. O medo faz falta, porque faz parte da vida. Todos os conceitos têm algo de palpável, senão não existiam. O medo é como a perfeição, existe no dicionário, não se toca, mas sente-se... Acredito em momentos perfeitos, ainda que sejam meros contos de fadas ou pura magia, mas o medo posso senti-lo na pele, quando tremo ou me preocupo ou roo as unhas em sinal de nervosismo, isso é o meu medo. Esse é o medo que sinto. De não ser completamente eu, de não arriscar, de estar sozinha, ou simplesmente de partir sem ter sido especial e sem ter feito diferença.»


Liliana Nabais

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Se foi especial? Sim, foi um dia óptimo...
Quando pensei neste dia antes de acontecer estava receosa. Sim, receosa talvez seja a melhor palavra. Pensei e tentei racionalizar o que sentia e pensei que talvez se tornasse num dia dificil, mas ao mesmo tempo sabia que neste dia teria de ser amor para algué, teria de Te levar até elas, porque também elas precisam de Ti nestas horas...
Recordá-mo-lo... Recordámos o seu sorriso, os bons momentos passados com ele e infelizmente recordámos a forma como nos deixou...

Primeiro fez-se silêncio...
Depois calámos o silêncio com um aplauso que ele bem merecia...

E iniciou-se mais um grande dia desportivo tal como ele tanto gostava. Espero que o protejas aí em cima... Nós por cá protegemo-nos uns aos outros, carregando a Tua mensagem de amor...